Liturgia diária
Agenda litúrgica
2025-07-24
Quinta-feira da semana XVI
S. Sarbélio Makhluf, presbítero – MF
Verde ou br. – Ofício da féria ou da memória.
Missa à escolha (cf. p. 19, n. 18).
L 1 Ex 19, 1-2. 9-11. 16-20; Sl Dn 3, 52. 53-54. 55-56
Ev Mt 13, 10-17
* Na Ordem Carmelita – B. João Soreth, presbítero – MO
* Na Ordem dos Carmelitas Descalços – Bb. Maria do Pilar, Maria do Sacrário e companheiras, virgens e mártires – MF
* Na Ordem Franciscana – B. Luísa de Sabóia, religiosa, da II Ordem – MF
* Na Congregação da Paixão de Jesus Cristo – Bb. Nicéforo e companheiros, mártires – MF
Missa
Antífona de entrada Sl 53, 6.8
Deus vem em meu auxílio, o Senhor sustenta a minha vida.
De todo o coração Vos oferecerei sacrifícios,
cantando a glória do vosso nome.
Oração coleta
Sede propício, Senhor, aos vossos servos
e multiplicai neles os dons da vossa graça,
para que, fervorosos na fé, esperança e caridade,
perseverem na fiel observância dos vossos mandamentos.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
LEITURA I (anos ímpares) Ex 19, 1-2.9-11.16-20
«O Senhor descerá sobre o monte Sinai, à vista de todo o povo»
Outro sinal da presença de Deus no meio do seu povo foi a revelação no monte Sinai: a nuvem, a tempestade, a aparição a Moisés e as palavras comunicadas ao povo por meio de Moisés, sinais precursores de uma realidade mais profunda, a aliança que Deus quer estabelecer com os homens em Jesus Cristo.
Leitura do Livro do Êxodo
Três meses depois de terem saído da terra do Egito, os filhos de Israel chegaram ao deserto do Sinai. Partindo de Refidim, chegaram ao deserto do Sinai, onde acamparam, em frente do monte. O Senhor disse a Moisés: «Eu virei ter contigo numa espessa nuvem, para que o povo Me oiça falar contigo e acredite em ti para sempre». Depois Moisés comunicou ao Senhor o que o povo tinha dito. O Senhor disse ainda a Moisés: «Vai ter com o povo e faz que ele se purifique hoje e amanhã. Devem lavar as suas vestes e estar preparados para depois de amanhã, porque ao terceiro dia o Senhor descerá sobre o monte Sinai, à vista de todo o povo». Ao amanhecer do terceiro dia, houve trovões e relâmpagos; uma espessa nuvem cobria o monte e ouviu-se um fortíssimo som de trombeta. No acampamento, todo o povo estremeceu. Moisés fez que o povo saísse do acampamento ao encontro de Deus e ficaram no sopé do monte. Toda o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele no meio do fogo. O fumo subia como de uma fornalha e todo o monte tremia violentamente. O som da trombeta tornava-se cada vez mais forte: Moisés falava e Deus respondia com voz de trovão. O Senhor desceu sobre o cimo do monte Sinai e chamou Moisés ao cimo do monte.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Dan 3, 52.53-54.55-56 (R. 52b)
Refrão: Louvor e glória ao Senhor para sempre. Repete-se
Ou: Digno é o Senhor de louvor e de glória para sempre. Repete-se
Bendito sejais, Senhor, Deus dos nossos pais:
digno de louvor e de glória para sempre.
Bendito o vosso nome glorioso e santo:
digno de louvor e de glória para sempre. Refrão
Bendito sejais no templo santo da vossa glória:
digno de louvor e de glória para sempre.
Bendito sejais no trono da vossa realeza:
digno de louvor e de glória para sempre. Refrão
Bendito sejais, Vós que sondais os abismos
e estais sentado sobre os Querubins:
digno de louvor e de glória para sempre.
Bendito sejais no firmamento do céu:
digno de louvor e de glória para sempre. Refrão
ALELUIA cf. Mt 11, 25
Refrão: Aleluia Repete-se
Bendito sejais, ó Pai, Senhor do céu e da terra,
porque revelastes aos pequeninos os mistérios do reino. Refrão
EVANGELHO Mt 13, 10-17
«A vós é dado conhecer os mistérios do reino dos Céus,
mas a eles não»
Uma parábola é como uma paisagem ou uma história que pode ver-se só como paisagem ou escutar-se só como história, ou compreender-lhe o seu sentido profundo. Para a entender é necessário pedir ao Mestre a explicação, penetrar dentro do sentido profundo que ela pretende comunicar, porque ela é sempre uma revelação do mistério da salvação.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram-Lhe: «Porque lhes falas em parábolas?». Jesus respondeu: «Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos Céus, mas a eles não. Pois àquele que tem dar-se-á e terá em abundância; mas àquele que não tem, até o pouco que tem lhe será tirado. É por isso que lhes falo em parábolas, porque veem sem ver e ouvem sem ouvir nem entender. Neles se cumpre a profecia de Isaías que diz: ‘Ouvindo ouvireis, mas sem compreender; olhando olhareis, mas sem ver. Porque o coração deste povo tornou-se duro: endureceram os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para não acontecer que, vendo com os olhos e ouvindo com os ouvidos e compreendendo com o coração, se convertam e Eu os cure’. Quanto a vós, felizes os vossos olhos porque veem e os vossos ouvidos porque ouvem! Em verdade vos digo: muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes e não viram e ouvir o que vós ouvis e não ouviram».
Palavra da salvação.
Oração sobre as oblatas
Senhor nosso Deus,
que levastes à plenitude os sacrifícios da Antiga Lei
no único sacrifício de Cristo,
aceitai e santificai esta oblação dos vossos fiéis,
como outrora abençoastes a oblação de Abel;
e fazei que os dons oferecidos em vossa honra por cada um de nós
sirvam para a salvação de todos.
Por Cristo nosso Senhor.
Antífona da comunhão Cf. Sl 110, 4-5
O Senhor misericordioso e compassivo
instituiu o memorial das suas maravilhas,
deu sustento àqueles que O temem.
Ou: Cf. Ap 3, 20
Eu estou à porta e chamo, diz o Senhor.
Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta,
entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo.
Oração depois da comunhão
Protegei, Senhor, o vosso povo,
que saciastes nestes divinos mistérios,
e fazei-nos passar da antiga condição do pecado
à vida nova da graça.
Por Cristo nosso Senhor.
Santo
São Sarbélio Makhluf, presbítero
Martirológio
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São Sarbélio Makhluf (José Makhluf), presbítero da Ordem dos Maronitas Libaneses, que, animado pelo desejo de austera solidão e de mais alta perfeição, passou do cenóbio de Anaia, no Líbano, ao ermo, onde serviu a Deus dia e noite numa rigorosa sobriedade de vida com jejuns e orações. Descansou no Senhor no dia 24 de Dezembro.
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2. Em Bolsena, na Toscana, actualmente no Lácio, região da Itália, Santa Cristina, virgem e mártir.
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3. Em Amiterno, na Sabina, junto à Via Salária, também na Itália, São Vitorino, mártir.
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4*. Em Tauriana, na Calábria, também na Itália, São Fantino o Velho, chamado o Taumaturgo.
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5. Na Tebaida, no Egipto, Santa Eufrásia, virgem, que, procedendo de uma nobre família senatorial, preferiu a vida eremítica no deserto, sempre humilde, pobre e obediente.
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6*. Em Ardmore, na província de Munster, na Irlanda, São Declano, que é venerado como primeiro bispo desta Igreja.
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7*. No território de Albi, na Aquitânia, hoje na França, Santa Sigolena, religiosa.
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8. Na Rússia, os santos Bóris e Gleb, mártires, que, sendo príncipes rutenos e filhos de São Vladimiro, preferiram aceitar a morte a resistir pela violência contra o irmão Sviatopolk: Boris alcançou o martírio junto ao rio Alta, próximo de Pereslavl; Gleb pouco tempo depois no rio Dnieper, perto de Smolensk.
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9*. Em Riéti, na Sabina, actualmente no Lácio, região da Itália, São Balduíno, abade, que foi discípulo de São Bernardo no mosteiro de Claraval e por ele enviado a esta cidade para aí fundar e dirigir o cenóbio de São Mateus.
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10*. Em Sint-Truiden, no Brabante, actualmente na Bélgica, a Beata Cristina, virgem, denominada a Admirável, porque nela, quer pelos sofrimentos corporais quer pelos êxtases místicos, o Senhor fez maravilhas.
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11. Em Stary Sacz, perto de Tarnow, na Polónia, Santa Kinga ou Cunegundes, filha do rei da Hungria e dada em esposa ao príncipe Boleslau, que com ele conviveu em perfeita virgindade e, após a morte do esposo, professou a Regra de Santa Clara no mosteiro por ela fundado.
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12*. Em Ferrara, na Emília-Romanha, região da Itália, o Beato João Tavélli de Tossiniano, bispo, da Ordem dos Jesuatos.
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13. Em Colónia, na Lotaríngia, actualmente na Alemanha, a trasladação dos três reis magos, sábios do Oriente, que vieram a Belém, trazendo presentes, para contemplar no Menino o mistério sublime do Unigénito de Deus.
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14*. Em L’Áquila, no território dos Vestinos, actualmente nos Abruzos, região da Itália, o Beato António Torriáni, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, médico dos corpos e das almas.
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15*. Em Orbe, na Sabóia, actualmente na França, a Beata Luísa, religiosa, filha do Beato Amadeu, que contraiu matrimónio com o príncipe Hugo de Chalon e, quando ficou viúva, professou a regra de Santa Clara segundo a reforma de Santa Colecta, com grande humildade e fidelidade.
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16*. Em Derby, na Inglaterra, os beatos Nicolau Garlick, Roberto Ludlam e Ricardo Simpson, presbíteros e mártires, que, depois de muitos tormentos e vexames, foram condenados à morte por causa do seu sacerdócio, no reinado de Isabel I e, mortos no patíbulo, alcançaram a alegria celeste.
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17*. Em Newcastle upon Tyne, também na Inglaterra, o Beato José Lambton, presbítero e mártir, que, com vinte e quatro anos de idade, no reinado da mesma Isabel I, por causa do seu sacerdócio suportou cruéis torturas e foi dilacerado vivo.
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18. Em Durham, também na Inglaterra, São João Boste, presbítero e mártir, que, no mesmo reinado de Isabel I, sofreu o martírio por causa do sacerdócio e perante o juiz não cessou de confortar os companheiros.
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19♦. Em Córdova, na Espanha, o Beato Cristóvão de Santa Catarina (Cristóvão Fernández Valladolid), presbítero da Ordem Terceira Regular de São Francisco, que foi capelão militar, depois fez-se eremita e por fim se dedicou ao apostolado e assistência entre os indigentes e os enfermos, para os quais fundou a Congregação Hospitaleira de Jesus Nazareno.
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20. Em Nam Dinh, cidade do Tonquim, actualmente no Vietnam, São José Fernández, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, no tempo do imperador Minh Mang, foi decapitado por causa da sua fé em Cristo.
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21*. Em Nápoles, na Campânia, região da Itália, o Beato Modestino de Jesus e Maria (Domingos Mazarello), presbítero da Ordem dos Frades Menores, que, sempre disponível para todo o género de pessoas pobres e aflitas, morreu num tempo de peste, assistindo os moribundos e contagiado também ele pela epidemia.
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22*. Em Guadalajara, na Espanha, as beatas Maria do Pilar de São Francisco de Borja (Jacoba Martínez Garcia), Teresa do Menino Jesus (Eusébia Garcia y Garcia) e Maria Ângela de São José (Marciana Voltierra Tordesillas), virgens da Ordem das Carmelitas Descalças e mártires, que, em tempo da perseguição religiosa, receberam a coroa do martírio aclamando com alegria o Esposo, Jesus Cristo.
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23*. Em Barcelona, também na Espanha, a Beata Maria Mercedes Prat, virgem da Companhia de Santa Teresa de Jesus e mártir, que na mesma perseguição consumou o martírio por ser religiosa.
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24*. Também em Barcelona, o Beato Xavier Bordas Piferrer, religioso da Sociedade Salesiana, que, com o exemplo e o martírio, deu testemunho de Cristo, o divino mestre.
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25♦. Em Ronda, perto de Málaga, na Espanha, os beatos António Henrique Canut Isus e António Torrero Luque, presbíteros da Sociedade Salesiana e mártires, que, durante a perseguição contra a fé, foram assasssinados e receberam a recompensa do Senhor.
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26♦. Em Barcelona, também na Espanha, o Beato Indalécio Maria (Marcos Morón Casas), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir, que, durante a mesma perseguição contra a fé, combateu por Cristo um glorioso combate.
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27♦. Também em Barcelona, os beatos Jaime de Santa Teresa (Jaime Gascón Bordás) e Romualdo de Santa Catarina (José Guillami Rodó) presbíteros da Ordem dos Carmelitas Descalços e mártires, que, durante a mesma perseguição, como discípulos fiéis mereceram a salvação no sangue de Cristo.
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28♦. Em Hospitalet de Llobregat, cidade da província de Barcelona, também na Espanha, o Beato Miguel Peiró Victóri, da Ordem Terceira de São Domingos e mártir, que, na mesma perseguição contra a Igreja, confirmou com o seu sangue a sua fidelidade ao Senhor.
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29♦. Em Madrid, na Espanha, José Joaquim Esnaola Urteaga, o Beato presbítero da Ordem de Santo Agostinho e mártir, que, aceitando fielmente as palavras de Jesus, na mesma perseguição contra a fé, pela sua morte passou à vida gloriosa.
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30♦. Também em Madrid, os beatos João António Pérez Mayo, presbítero da Congregação dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada e companheiros[1], mártires, que, durante a mesma perseguição contra a fé cristã, derramaram o seu sangue por Cristo.
[1] São estes os seus nomes: Cecílio Vega Domínguez, Francisco Polvorinos Gómez, João Pedro Cotillo Fernández, Justo González Lorente, Manuel Gutiérrez Martín e Pascoal Aláez Medina, religiosos da Congregação dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada, e Cândido Castán San José, pai de família.