Liturgia diária

Agenda litúrgica

2026-07-25

Sábado da semana XVI

S. Tiago, apóstolo – FESTA
Vermelho – Ofício da festa. Te Deum.
Missa própria, Glória, pf. dos apóstolos.

L 1: 2Cor 4, 7-15; Sl 125 (126), 1-2ab. 2cd-3. 4-5. 6
Ev: Mt 20, 20-28

* Proibidas as Missas de defuntos, exceto a exequial.
* I Vésp. do domingo – Compl. dep. I Vésp. dom.

 

 

Santo

São Tiago, apóstolo

 

 

Martirológio

  • Festa de São Tiago, Apóstolo, filho de Zebedeu e irmão de São João Evangelista, que, com Pedro e João foi testemunha da transfiguração do Senhor e da sua agonia. Próximo da festa da Páscoa, decapitado por Herodes Antipas, foi o primeiro dos Apóstolos a receber a coroa do martírio.

     

  • 2.   Em Lícia, na actual Turquia, São Cristóvão, mártir.

  • 3.   Em Barcelona, na Hispânia Tarraconense, São Cucufate, mártir, que, trespassado por uma espada durante a perseguição do imperador Diocleciano, subiu vitorioso para ao Céu.

  • 4.   Em Cesareia, na Palestina, os santos Valentina, Teia e Paulo, mártires na perseguição do imperador Maximiano, sob a prefeitura de Firmiliano. A virgem Valentina, depois de ter derrubado a ara levantada para os ídolos pagãos, juntamente com a virgem Teia, sofreu cruéis torturas e, lançada ao fogo, correu ao encontro do Esposo. Paulo, condenado à morte, tendo conseguido um breve tempo para orar, implorou de todo o coração a salvação de todos e, decapitado, recebeu a coroa do martírio.

  • 5.   Em Nicomédia, na Bitínia, hoje Izmit, na Turquia, o passamento de Santa Olimpíades, viúva, que, tendo perdido o esposo ainda jovem, passou piedosíssimamente o resto da sua vida em Constantinopla entre as mulheres consagradas a Deus, ajudando os pobres e permaneceu sempre fiel colaboradora de São João Crisóstomo, também no seu exílio.

  • 6.   Em Tréveris, na Renânia da Austrásia, na actual Alemanha, São Magnerico, bispo, que foi discípulo de São Nicécio, fiel companheiro no seu exílio e imitador do seu zelo pastoral quando lhe sucedeu no episcopado.

  • 7*.   Também em Tréveris, os santos Beato e Banto, presbíteros, que levaram vida eremítica no tempo de São Magnerico.

  • 8*.   Em Metz, na Gália Bélgica, actualmente na França, Santa Glodesinda, abadessa.

  • 9.   Em Córdova, na Andaluzia, região da Espanha, São Teodemiro, monge de Carmona e mártir ainda jovem durante a perseguição dos Mouros.

  • 10*.   Em Angers, na França, o Beato João Soreth, presbítero da Ordem dos Carmelitas, que ele conduziu a uma observância mais estreita e dotou de conventos de monjas.

  • 11*.   Em Camerino, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, o Beato Pedro Corradini de Molliano, presbítero da Ordem dos Menores, insigne pela sua pregação evangélica, pelas suas virtudes e pela fama dos seus milagres.

  • 12*.   Em Salsete, na Índia, os beatos mártires Rodolfo Acquaviva, Afonso Pacheco, Pedro Berna, António Francisco, presbíteros, e Francisco Aranha, religioso, todos da Companhia de Jesus, que foram mortos pelos infiéis por terem exaltado a cruz.

  • 13*.   Em Bobino, na Apúlia, região da Itália, o Beato António Lúcci, bispo, da Ordem dos Frades Menores Conventuais, que resplandeceu pela sua eminente doutrina e se dedicou de tal modo a socorrer os pobres que esquecia as suas próprias necessidades.

  • 14*.   Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato Miguel Luís Brulard, presbítero da Ordem dos Carmelitas Descalços e mártir, que, durante a Revolução Francesa, foi encarcerado em desumanas condições por ser sacerdote e morreu consumido pela enfermidade. 

  • 15*.   Em Madrid, na Espanha, Santa Maria do Carmo Sallés y Barangueras, virgem, que fundou a Congregação das Irmãs da Imaculada Conceição, para a formação das mulheres piedosas e incultas.

  • 16♦.   Em Vera Cruz, no México, o Beato Ângelo Dario Acosta Zurita, presbítero de Veracruz (México) e mártir.

  • 17*.   Em Urda, próximo de Toledo, na Espanha, os beatos mártires Pedro do Coração de Jesus (Pedro Largo Redondo), presbítero e Bento de Nossa Senhora de Villar (Bento Solano Ruiz), religiosos da Congregação da Paixão, que, fuzilados por causa da sua fé cristã durante a grande perseguição, alcançaram a palma do martírio.

  • 18.   Em Talavera de la Reina, próximo de Toledo, também na Espanha, os beatos mártires Frederico (Carlos Frederico Rúbio Álvarez), presbítero, Primo Martínez de San Vicente Castillo, Jerónimo Ochoa Urdangarin e João da Cruz (Elói Francisco Delgado Pastor), religiosos, todos da Ordem Hospitalar de São João de Deus, que, na mesma perseguição, num julgamento sumário, alcançaram a coroa de glória.

  • 19*.   Em Monzon, localidade próxima de Huesca, também na Espanha, o Beato Dionísio Pamplona Polo, presbítero da Ordem dos Clérigos Regrantes das Escolas Pias e mártir, assassinado no mesmo tempo em ódio à fé cristã.

  • 20*.   Em Motril, localidade próxima de Granada, no litoral da Espanha, os beatos Deográcias Palácios, Leão Inchausti, José Rada, Julião Moreno, presbíteros, e José Díez Rodríguez, religioso, todos militantes de Cristo na Ordem dos Agostinhos Recoletos, que, na mesma perseguição, foram inesperadamente cercados pela multidão e imediatamente fuzilados na praça pública.

  • 21♦.   Em Algodor, perto de Madrid, também na Espanha, os beatos José Luís Palácio Muñiz e António Varona Ortega, presbíteros; Higínio Roldán Irribérri e João Crespo Calleja, religiosos, todos da Ordem dos Pregadores e mártires.

  • 22♦.   Em Montcada, localidade da Catalunha, também na Espanha, os beatos mártires Gabriel da Anunciação (Jaime Balcells Grau) e Eduardo do Menino Jesus (Ricardo Farré Masip), presbíteros da Ordem dos Carmelitas Descalços, e companheiros[1].

     


    [1]  São estes os seus nomes: José Bento (José Más Pujobras), Vicente Justino (Vicente Fernández Castrillo) e Arnoldo Julião (Jesus João Otero), religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs; e Benedito José (José Bardalet Compte) e Mariano Leão (Santos López Martínez), religiosos da Congregação dos Irmãos Maristas.

     

  • 23♦.   Em Madrid, também na Espanha, o Beato José López Tascón, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir.

  • 24*.   No campo de concentração de Dzialdowo, na Polónia, a beata Maria Teresa Kowalska, virgem das Clarissas Capuchinhas e mártir, que, no tempo da ocupação da Polónia durante a guerra, foi encarcerada por perseverar firme na fé e esperou o seu último dia fortalecida pela sua plena confiança em Cristo.