Liturgia diária

Agenda litúrgica

2026-08-08

Sábado da semana XVIII

S. Domingos, presbítero – MO
Branco – Ofício da memória.
Missa da memória.

L 1: Hab 1, 12 – 2, 4; Sl 9 (10), 8-9. 10-11. 12-13
Ev: Mt 17, 14-20

* Na Ordem Franciscana – S. Domingos de Gusmão, presbítero, Fundador da Ordem dos Pregadores – FESTA
* Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – S. Domingos de Gusmão, presbítero – FESTA
* Na Ordem de São Domingos – S. Domingos, presbítero, Fundador da Ordem dos Pregadores – SOLENIDADE
* I Vésp. do domingo – Compl. dep. I Vésp. dom.

 

Missa

 

Antífona de entrada Sl 69, 2.6
Deus, vinde em meu auxílio, Senhor, socorrei-me e salvai-me.
Sois o meu libertador e o meu refúgio: não tardeis, Senhor.

Oração coleta
Mostrai, Senhor, a vossa imensa bondade
aos filhos que Vos imploram,
e dignai-Vos renovar e conservar os dons da vossa graça
naqueles que se gloriam
de Vos ter por seu criador e sua providência.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.


LEITURA I (anos pares) Hab 1, 12 – 2, 4
«O justo viverá pela sua fé»

A opressão que os inimigos tinham infligido ao povo de Deus provoca no profeta esta oração cheia de amargura. Os seus inimigos parecem estar sempre triunfantes, como o pescador triunfa dos peixes que apanha na rede ou no anzol. Mas, apesar de tudo, o profeta tem confiança, e o Senhor responde-lhe que, a seu tempo, virá a salvação. O Senhor é fiel: assim o povo viva na fidelidade.

Leitura da Profecia de Habacuc
Não sois Vós, Senhor, desde os tempos antigos, o meu Deus, o meu Santo, o Imortal? Estabelecestes os caldeus, Senhor, para exercerem a justiça e os consolidastes como um rochedo para castigarem. Os vossos olhos são demasiado puros para verem o mal e não podeis contemplar a opressão. Porque olhais então para os malvados, porque ficais em silêncio, quando o ímpio devora o justo? Tratareis os homens como os peixes do mar, ou como os répteis que não têm dono? O inimigo pesca-os a todos no anzol, apanha-os com a rede, recolhe-os com a tarrafa e assim fica alegre e satisfeito. Por isso oferece sacrifícios à sua rede e queima incenso à sua tarrafa, pois fez com elas uma pesca abundante e alcançou alimento com fartura. Continuará ele a utilizar a sua rede, matando os povos impiedosamente? Ficarei no meu posto de sentinela, conservar-me-ei de pé sobre a muralha, estarei alerta para ver o que o Senhor me dirá, como irá responder à minha queixa. Então o Senhor respondeu-me: «Põe por escrito esta visão e grava-a em tábuas com toda a clareza, de modo que a possam ler facilmente. Embora esta visão só se realize na devida altura, ela há de cumprir-se com certeza e não falhará. Se parece demorar, deves esperá-la, porque ela há de vir e não tardará. Vede como sucumbe aquele que não tem alma reta; mas o justo viverá pela sua fidelidade».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 9, 8-9.10-11.12-13 (R. 11b)
Refrão: Não abandonais, Senhor,
aqueles que Vos procuram. Repete-se

O Senhor é Rei para sempre,
firmou o seu trono para julgar.
Ele julga a terra com justiça,
governa os povos com retidão. Refrão

O Senhor é o refúgio dos oprimidos,
o seu refúgio nas horas de tribulação.
Em Vós confiam os que conhecem o vosso nome,
porque não abandonais, Senhor,
os que Vos procuram. Refrão

Cantai ao Senhor, que tem em Sião a sua morada,
anunciai entre os povos os seus feitos gloriosos.
O Senhor lembra-Se do sangue derramado
e não esquece o clamor dos infelizes. Refrão


ALELUIA cf. 2 Tim 1, 10
Refrão: Aleluia Repete-se
Jesus Cristo, nosso Salvador, destruiu a morte
e fez brilhar a vida por meio do Evangelho. Refrão


EVANGELHO Mt 17, 14-20
«Se tiverdes fé, nada vos será impossível»

Ter fé é apoiar-se em Deus, na sua bondade e no seu poder, entregar-se a Ele como um filho se confia ao pai. A fé estabelece uma tal comunhão com Deus, que o crente como que participa do próprio poder de Deus. A fé ultrapassa os limites humanos e leva o homem ao coração de Deus. E, por ela, tudo se lhe tornará possível. A fé manifesta-se particularmente na oração.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, aproximou-se de Jesus um homem, que se ajoelhou diante d’Ele e Lhe disse: «Senhor, tem compaixão do meu filho, porque é epiléptico e sofre muito; cai frequentemente no fogo e muitas vezes na água. Apresentei-o aos teus discípulos, mas eles não puderam curá-lo». Jesus respondeu: «Oh geração incrédula e perversa! Até quando estarei convosco? Até quando terei de vos suportar? Trazei-mo aqui». Jesus ameaçou o demónio, que saiu do menino e este ficou curado a partir daquele momento. Então os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram-Lhe em particular: «Por que motivo não pudemos nós expulsá-lo?». Jesus respondeu-lhes: «Por causa da vossa pouca fé. Em verdade vos digo: se tiverdes fé comparável a um grão de mostarda, direis a este monte: ‘Muda-te daqui para acolá’, e ele há de mudar-se. E nada vos será impossível».
Palavra da salvação.


Oração sobre as oblatas
Santificai, Senhor, estes dons,
que Vos oferecemos como sacrifício espiritual,
e fazei de nós mesmos
uma oblação eterna para vossa glória.
Por Cristo nosso Senhor.

Antífona da comunhão Sb 16, 20
Saciastes o vosso povo com o pão dos anjos,
destes-nos, Senhor, o pão do céu.

Ou: Cf. Jo 6, 35
Eu sou o pão da vida, diz o Senhor.
Quem vem a Mim nunca mais terá fome,
quem crê em Mim nunca mais terá sede.

Oração depois da comunhão
Senhor, que nos renovais com o pão do céu,
protegei-nos sempre com o vosso auxílio,
fortalecei-nos todos os dias da nossa vida
e tornai-nos dignos da redenção eterna.
Por Cristo nosso Senhor.

 

Santo

São Domingos, presbítero

 

 

Martirológio