Liturgia diária

Agenda litúrgica

2027-09-15

Quarta-feira da semana XXIV

Virgem santa Maria das Dores – MO
Branco – Ofício da memória.
Missa da memória.

L 1 1Tm 3, 14-16; Sl 110 (111), 1-2. 3-4. 5-6
ou Heb 5, 7-9; Sl 30, 2-3ab. 3cd-4. 5-6. 15-16ab. 20
Sequência facultativa.
Ev Jo 19, 25-27 ou Lc 2, 33-35 (próprios)

* Na Congregação das Irmãs Filhas de Nossa Senhora das Dores – Virgem santa Maria das Dores, Titular da Congregação – SOLENIDADE
* Na Congregação da Paixão de Jesus Cristo – Virgem santa Maria das Dores, Padroeira principal – FESTA a celebrar como SOLENIDADE
* Na Congregação das Irmãs Servas de Maria Reparadoras – Virgem santa Maria das Dores – SOLENIDADE
* Na Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue – Virgem santa Maria das Dores, Mulher da Nova Aliança, Padroeira da Congregação – MO
* Na Fraternidade Franciscana da Divina Providência – Aniversário da Fundação (1942).
* No Instituto das Filhas da Caridade Canossianas – Virgem santa Maria das Dores, Titular e Padroeira do Instituto – SOLENIDADE
* Nas Obras Missionárias Pontifícias – B. Paolo Manna, Fundador da União Missionária Pontifícia – MF

 

 

Santo

Virgem santa Maria das Dores

 

 

Martirológio

  • Memória de Nossa Senhora das Dores, que, estando de pé junto à cruz de Jesus, foi associada íntima e fielmente à paixão salvífica do seu Filho e se apresentou como a nova Eva, de modo que, assim como a desobediência da primeira mulher conduziu à morte, assim a admirável obediência da Virgem Maria trouxe a vida.

     

  • 2.   Em Roma, São Nicomedes, mártir, cujo corpo, guardado no cemitério junto à Via Nomentana, foi honrado pelo papa Bonifácio V com uma basílica sepulcral.

  • 3.   Em Tirnutium, junto ao rio Saône, na Gália Lionense, hoje Tournus, na França, São Valeriano, mártir.

  • 4.   Em Tómis, na Cítia, hoje Constança, na Roménia, os santos Estratão, Valério, Macróbio e Gordiano, mártires, que foram mortos, segundo a tradição, no tempo do imperador Licínio.

  • 5.   Nas margens do Danúbio, em território da actual Roménia, São Nicetas o Godo, mártir, que por ordem do rei ariano Atanarico foi queimado vivo em ódio à fé católica.

  • 6.   Em Lião, na Gália, actualmente na França, Santo Alpino, bispo, que sucedeu a São Justo.

  • 7.   Em Toul, próximo de Nancy, na Gália Lionense, também na actual França, Santo Apro, bispo.

  • 8.   No mosteiro de Jumièges, na Nêustria, actualmente também na França, Santo Aicardo, abade, discípulo de São Filiberto, que o nomeou prelado desse mosteiro.

  • 9.   Em Córdova, na Andaluzia, região da Espanha, os santos mártires Émila, diácono, e Jeremias, que, durante a perseguição dos Mouros, depois de um longo e atribulado cativeiro, consumaram com a decapitação o seu martírio por Cristo.

  • 10*.   Em Busseto, no território de Fidenza, na Emília-Romanha, região da Itália, o Beato Rolando de Médicis, anacoreta, que viveu em lugares inóspitos e solitários dos Alpes, praticando rigorosa penitência e falando só com Deus.

  • 11.   Em Génova, na Ligúria, também região da Itália, Santa Catarina Fiéschi, viúva, insigne pelo desprezo do mundo, frequentes jejuns, amor de Deus e caridade para com os indigentes e os enfermos.

  • 12*.   Em Hirado, cidade do Japão, o Beato Camilo Costanzo, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que, condenado pelo supremo comandante Hidetada a ser queimado vivo, nem nas chamas da fogueira deixou de pregar o anúncio de Cristo.

  • 13*.   Em Santo Domingo Xagácia, no México, os beatos João Baptista e Jacinto dos Anjos, mártires, que, sendo catequistas, cruelmente flagelados por se recusarem a venerar os ídolos em vez de Cristo, imitando a paixão do Senhor mereceram a recompensa eterna.

  • 14*.   Em Viena, na Áustria, o Beato António Maria Schwartz, presbítero, que, para promover a assistência pastoral e a defesa dos direitos dos aprendizes e dos jovens operários, instituiu a Congregação de São José de Calasanz para os Operários Cristãos.

  • 15♦.   Em Palermo, na Sicilia, região da Itália, o Beato José Puglísi, presbítero diocesano e mártir, mais conhecido por Pino Puglisi, que durante os trinta e três anos do seu ministério pastoral se dedicou incansavelmente ao anúncio do Evangelho, especialmente aos seus “preferidos” – as crianças, os desprotegidos, os pobres – e foi assassinado por agentes da máfia.

  • 16*.   Em Llosa de Ranes, povoação da província de Valência, na Espanha, o Beato Pascoal Penadés Jornet, presbítero e mártir, que, durante o tempo da perseguição religiosa, vencendo o combate terreno, alcançou a plenitude da salvação eterna.

  • 17*.   Próximo de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato Ladislau Miegon, presbítero e mártir, que, deportado da Polónia por um regime hostil a Deus e aos homens, foi encarcerado no campo de concentração de Dachau por causa da sua fé e, suportando numerosos tormentos, alcançou a coroa de glória.

  • 18*.   Em Nápoles, na Itália, o Beato Paulo Manna, presbítero do Instituto Pontifício para as Missões Estrangeiras, que, deixando a acção missionária na Birmânia por causa da sua debilitada saúde, trabalhou intensamente na obra da evangelização, dedicando-se com toda a energia à pregação da palavra de Deus e à promoção da unidade dos cristãos.